Monday, March 30, 2009

Bagunça

Minha casa tá uma zona. Estamos pintando o segundo andar praticamente todo.
Vou ver se me lembro de tirar fotos hoje quando voltar do trabalho pra fazer o antes e o depois (sempre esqueço!).
To na maior dúvida em que cor pinto a cozinha e se o Kurt souber que quero cores diferentes pra tudo me estrangula!!! Hehehhehehehehe
Vamos ver se nesse fim de semana consigo fazer tudo já voltar ao normal!

Monday, March 23, 2009

Primeiro sonho - ou pesadelo?

Já contei pra meio mundo (eita que mãe é bicha besta mesmo!), mas vale a pena registrar aqui. Eu sempre fiquei imaginando se o Gabe sonha e com o que! Já até perguntei algumas vezes, mas a resposta era sempre: "......." (hannn? de que essa doida que se diz minha mãe ta falando).
Na verdade, saber que ele da umas sonhadas eu já sabia porque ele ri, conversa, grita, que nem o pai.
Então no sábado ele veio pra minha cama as 5:30, como de costume e acordamos todos com o telefone tocando as 7 ("puliça, vem trabaiá!!!"). O Gabe ficou me mostrando a mãozinha, meio que pedindo sem falar nada pra eu olhar, como se tivesse machucado. Eu pensei que tinha dado formiguinha (sabe o que é né, como que chama isso?), dei uns beijinhos e ele dormiu de novo. Depois de uns 10 minutos ele senta na cama e olha pro lado onde o Kurt dorme e me pergunta:
"where is the snake?" Eu disse que ele tinha sonhado e que não tinha cobra nenhuma ali. Aí ele disse assim com aquela carinha matutina toda vermelha: "the snake was eating my hand".
Gente, quase morro de dóooooooooooooooooooooooooooooooo!


Ahhhh, quero contar também que assisti ontem ao filme em que a Angelina Jolie concorreu ao Oscar de melhor atriz, Changeling. Não sei o nome em português e muito menos o que significa em inglês, acho que essa palavra nem existe. Instant update - deixei de preguiça e olhei no dicionário, significa criança sequestrada e substituída por outra.
Bem, então o nome resume o que é o filme. É uma história real de uma criança na Califórnia (muito tempo atrás) que foi sequestrada e a polícia deu outra de volta. Medaaaaaaaaaaaaaa.
Adorei o filme, super indico, mas passei a noite indo ver se meu baby tava na caminha dele! Dormi malllll!!!

Thursday, March 19, 2009

De religião não se fala... mas vou falar!

Eu sou católica não praticante. E não pratico aqui porque não entendo nada que eles falam nas missas e odeio missa chata. A Bíblia em inglês é muito difícil de entender, então qual seria o ponto em ir à igreja se você não vai entender bulhufas do que está sendo falado. Além desses motivos, eu não concordo com muitas coisas que a igreja faz e diz, então ainda estou tentando encontrar um meio-termo, um "lugar" onde eu me sinta bem, feliz e confortável.
Eu sei que esse assunto já virou a página, mas como o véio esquisito do correio comentou comigo ontem a respeito (ele adora puxar papo comigo, então tudo que ele vê do Brasil ele vem me perguntar), resolvi comentar aqui. A pobre menina de 9 anos engravida, vítima de estupro, e a igreja quer jogar pedras nela, na mãe, nos médicos, etc. Já não basta o sofrimento que a menina e a mãe tem que passar, a igreja tem que aparecer pra fazer elas sofrerem ainda mais.
Eu achei (minha opinião, se vc não concorda, desculpa aí, mas não tenta "pregar" pra mim que não cola) um ABSURDO, o maior dos absurdos dos absurdos a igreja excomungar todo mundo. Sendo pró aborto ou não sendo pró aborto, como que alguém espera que essa menina, nem adolescente ela é ainda, cuide de uma criança? E pra mim, a questão nem é essa. A questão é que Deus nos dá livre-arbítrio e nos pede pra não julgar, porque Ele o fará. Quem a igreja pensa que é pra agir como se fosse Ele? Pra mim, de novo, pra mim, a igreja tem como função propagar a palavra e fazer o bem. Ao invés de se preocupar em aparecer as custas dessa inocente, vai fazer caridade. Vai se preocupar com o que a comunidade necessita e deixa a família da menina decidir quantas pedras elas conseguem carregar nas costas.
Eu entendo que o bebê que ela levava no ventre (ou bebês, o hominho do correio disse que eram gêmeos) também é um inocente que não tem culpa de nada e de novo quero deixar claro que o meu ponto de vista não é o aborto. É a igreja, que não tem moral nenhuma pra falar de ninguém (não sou eu que tô inventando isso, a história nos prova o quanto a igreja católica já foi suja e ainda é). Vale também lembrar que não gosto de generalizar. Por isso que eu escolho bem a igreja que vou: só vou se o padre for bacana e fala da mensagem de Deus de uma maneira simples e honesta. Se o padre fica falando de dízimo 90% do tempo da missa, tô fora. Se o padre é preconceituoso, tô fora. Como em todos os lugares, sempre se tem 1 ou 2 ou várias maçãs podres dentro do cesto e não podemos deixar que elas contaminem todo o resto.

Monday, March 16, 2009

Momento cult (só rindo!)

Queria só fazer uma análise crítica quase que profissional (cof, cof) de uma dobradinha livro/filme.
Acabei de ler o livro "Ensaio sobre a cegueira", de Saramago e logo em seguida pedi o filme no Netflix (locadora pelo correio!).
Gostei do livro, apesar de te fazer sentir um medão de ficar cego. Faz pensar (eu tbém penso!) em como o ser humano é bicho esquisito e em como situações adversas podem fazer com que vc mude competamente de personalidade. Melhor dizendo, a gente vira bicho!
Foi daqueles livros que vc não quer parar de ler, mas nesse caso, foi porque o autor enrola um bocado nos detalhes e te da vontade de saber o que vai acontecer logo. Tipo, desembucha logo meu filho! Eu tinha na minha cabeça que ou a mulher que enxergava ia ficar cega e ia acabar por isso mesmo (esses finais sem sentido modernos) ou todo mundo voltava a enxergar. Claro que não vou contar o final.
Aí fiquei doidinha pra ver o filme, pra poder colocar cara na imaginação. Achei o filme bem fiel ao livro, apesar de ter deixado de fora cenas marcantes. Também decepcionou a atuação dos atores. Fiquei com dó do Kurt que assistiu ao filme comigo sem ter lido o livro. Chato e mal feito eram os comentários que eu esperava ouvir dele e foi mais ou menos por aí mesmo.
Mas mesmo assim recomendo - o livro, não o filme.

Sunday, March 15, 2009

Momento coruja (56.327)!

A mãe aqui acha lindo... Coisas de mãe. Essa é a música do final de todo desenho do Mickey.
video

Fim de semana passado

Olha só a felicidade do Gabe com padrinho e Tio Vi aqui em casa. Apesar da visita relâmpago, foi ótimo. Voltem logo amados irmãos!!!

Friday, March 13, 2009

Eu assisti a esse vídeo ontem e não tem como não dar risada (no meu caso muita risada). Mas apesar de achar a maior graça a gente tem que dar o maior crédito pro colega. Não o conhecia, nunca tinha visto antes, mas pro cara chegar lá e dar entrevista na maior mesmo, tentando falar o inglês, tem que ter peito. Admirei e aplaudi!
http://www.youtube.com/watch?v=GG55Ze_Dj20

É tentando que se aprende!

Monday, March 9, 2009

Por que?

Eu achei que a fase do por que? chegava bem mais tarde, tipo la pelos 4 anos.
Aqui em casa chegou antes que eu pensava. Tudo agora é "why" (pronunciado: uaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii- desse jeitinho).
Hoje eu tava ouvindo um CD no carro e ele disse que não queria aquela música (nova mania tbém, essa eu achava que era só na adolescência!). Eu ignorei e ele disse que queria outra música. Eu só disse não e ele: "whyyyyyyyyyyyyyyy?".
E eu respondi que nem minha mãe respondia: "porque enquanto eu for sua motorista, quem escolhe a música sou eu!".
E é claro que isso é muita informação pra ele. Então ele pergunta de novo: "whyyyyyyyyyy?".
Se não entende a resposta, pra que pergunta??!!!

Tuesday, March 3, 2009

Diversidade

Hoje passei o dia em um treinamento sobre diversidade. O objetivo do treinamento é tentar tirar da cabeça das pessoas o pré-conceito sobre aquilo que não sabemos (outras raças, outro sexo, outra opção sexual, outras religões e por aí vai). Como disse o instrutor, é fazer gente boa ainda melhor.
Assim como no Brasil, os Estados Unidos receberam e ainda recebem imigrantes de todos os lugares do mundo e por aqui eles gostam de por uma "etiqueta" em todo mundo.
Eu sou mulher, latina/hispânica, e esquisita porque não tenho como língua nativa o espanhol e sim o português (han??).
A gente sabe que existe preconceito no Brasil e muito. Só que o preconceito no Brasil é enrustido e nunca debatido abertamente como é aqui. A mulher sofre preconceito no Brasil, não sofre? Os negros sofrem preconceito no Brasil, não sofrem? Aqui eu ganhei uma etiqueta nova que é alvo de muito preconceito. A etiqueta de latina (ou hispânica, o que tecnicamente não é correto, mas quem se importa?).
Não importa a cor da sua pele, se vc é latina vai vivenciar aqui o preconceito mais cedo ou mais tarde.
Bem, dentre outros, teve um exercício no treinamento em que as pessoas deveriam falar o que vinha a cabeça quando se pensava em um outro grupo racial. A maioria na classe era "caucasian" ou brancos e alguns grupos escolheram falar o que pensavam sobre os latinos. As palavras que saíram foram: gangue, preguiça, sempre atrasados, família enorme, mulheres que gostam de se vestir com sensualidade (entenda bem que isso não é elogio, aliás a palavra mais certa pra tradução seria até sexualidade), dentre outros.
Eu me senti SUPER ofendida. Não saiu nada que prestasse, acho que nenhum elogio. Uma mulher comentou que o termo "latino" envolve um grupo enorme e que era difícil comentar sobre todos. Mas naquela hora e naquele lugar eu estava etiquetada como aquele grupo de preguiçosos e mulheres que se vestem como piranhas... E doeu ouvir aquilo tudo.
Num outro exercício, o instrutor pediu que falássemos o que não gostaríamos nunca que ninguém falasse sobre a nossa raça e eu disse que eu não gostaria de ser "etiquetada" em grupo nenhum. Não que eu não tenha orgulho de ser latina, tenho sim e muito. Amo ser brasileira. Eu disse que não queria ser colocada no grupo de mulheres que se vestem como piranhas, no grupo de mulheres que tem 20 filhos, um de cada pai diferente, ou no grupo de preguiçosos que não gostam de trabalhar. Eu gostaria de ser colocada no grupo IZABELA, como indivíduo de personalidade própria e características próprias. Até aceito que falem que eu sou mais pro lado dos atrasados, mas isso é outra história!!!
É muito complicado explicar em um post sem ficar chato como as coisas aqui são. Um dia eu tento ou vou explicando aos poucos.
Por hora só queria dizer que um saco ter que andar por aí com uma "etiqueta" na testa e que vale sempre lembrar que cada qual com seu cada qual e cada um com seu cada um!

Sunday, March 1, 2009

Esquiando

Eu mencionei que fui esquiar faz tempo e não contei sobre a experiência.
Era a primeira vez pra mim, Jana, Rê e David. Kurt e Edu já tinham ido, mas fazia tempo.
Eu, Jana e Rê que não somos bobas ficamos esperando pra fazer a aula pra iniciantes. Sair do lugar com aquela "pata" de todo tamanho já nos parecia impossível, quanto mais descer morro abaixo. Apesar de termos gastado horas esperando e na aula em si, não nos arrependemos.
O professor era bem bacana, mas cismou que a Rê se chamava Ronalda e eu e Jana não conseguíamos parar de rir. A aula a gente faz num morrinho de nada e o professor desce com a gente a primeira vez no morro de verdade. Acho que só fazendo pra entender como é...
A melhor aluna da minha classe humilhou todo mundo porque tinha apenas 10 anos!
Quando eu parti pra descida sozinha, até que não fiz feio (o pior foi que fiz feio foi no carrinho que leva a gente pro alto da montanha, caía toda hora na hora de descer, não parava de rir e não conseguia me levantar, vexame total!). Mas pra descer o morro foi um pouco mais fácil. Na primeira vez tomei 3 tombos, na segunda 2 e na última nada! Foram dias de corpo doendo, mas valeu a pena.

Um videozinho tbém vale mais que mil palavras. Nossa amiga Barbie no "gramour" da neve!

video

Anjo Gabriel

video